Claudia Abreu

Claudia Abreu é economista com dupla especialização: tecnologia e sistemas de qualidade pela Universidade de São Paulo. É filha de Dorival Abreu, fundador do Partido Trabalhista Nacional, que após 21 anos foi renomeado para Podemos. Claudia Abreu trabalhou na Prodam, Câmara Municipal, Subprefeituras, está à frente do Projeto Jornada e desenvolve políticas para saúde e transporte público.

Nem sua, nem minha, a jornada é nossa. Claudia Abreu 19026

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Por que Claudia Abreu?

Transporte

Está desenvolvendo políticas públicas para a área do transporte.

Projeto Jornada

Projeto para pessoas que precisam de ajuda possam se conectar com pessoas que podem ajudar, promovendo união e senso de igualdade entre a sociedade.

Saúde

Está desenvolvendo políticas públicas para a área da saúde.

DNA

O seu pai foi Dorival Masci de Abreu que indignado com o processo político criou o seu próprio partido: o PTN Partido Trabalhista Nacional, que hoje é o atual Podemos.

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"Trabalhei em órgão público (Prodam) onde implantei o sistema de qualidade no processo licitatório certificado pela Fundação Vanzoline (USP). Trabalhei em subprefeituras com o propósito de ampliar conhecimentos na área de gestão pública frente às licitações e gestão financeira da subprefeitura. Trabalhei na Câmara Municipal enviando e fiscalizando a entrega de cada solicitação. Hoje estou à frente do Projeto Jornada e desenvolvo políticas para saúde e transporte público."
Claudia Abreu
Candidata à Deputada Estadual
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Transporte
por Iury Pamponet Advogado e colaborador

A linha 9 Esmeralda estende-se por 32,8 quilômetros de Osasco a Grajaú, passando por dezoito estações. Sendo implantado um metrô do Grajau até Osasco o tempo estimado do percurso seria em média de 35 minutos independente do horário. Enquanto a linha 9 Esmeraldas da CPTM realiza esse trajeto em 53 minutos nos horários normais e em 60 a 70 minutos no horário de pico. Estimativa obtida a partir da comparação com a linha amarela 4 do metrô que faz 12,8 km/h em 15 minutos.

Essa diferença de tempo para percorrer o mesmo trajeto se deve ao fato da velocidade média do trem oscilar muito de 20 a 70km/h enquanto o metro tem velocidade constante de 80 a 90km/h. Adicionado a esse fator velocidade tem o da oferta de trem que é três vezes menor do que a de metrô. Enquanto o trem passa de 7 em 7 minutos o metrô de 2 em 2 minutos.

Além de sua velocidade ser o dobro da praticada nos trens ela se mantém sempre constante ao contrário do trem que muitas vezes chega a parar nos trilhos.

A título de comparação em um intervalo de 1h e 10 minutos passam na estação Santo Amaro 10 trens, enquanto poderiam está passando 30 metrôs no mesmo intervalo de tempo, já que os intervalos do trem são o triplo em relação ao metrô.

Diante de toda essa brutalidade que ocorre em média com 500 mil pessoas que utilizam as estações da zona sul a solução é a criação do metro zona sul em substituição a linha 9 esmeralda da CPTM.

A implantação desse metrô zona sul desafogaria o fluxo de passageiros de forma a evitar e até extinguir o transporte abarrotado de pessoas na linha 9 esmeralda da CPTM.

Conclui-se que a eficácia e eficiência do metrô em relação ao trem é extremamente superior, por isso, elaboramos a proposta de implementar um projeto ferroviário: o metrô zona sul.

fontes

Saúde
por Andréia Lorenczy fisioterapeuta e colaboradora

O Ministério da Saúde iniciou o cadastro de empresas das cinco regiões do Brasil para oferecer suporte de informática, conectividade, equipamentos e treinamento de pessoal. A meta é que todas as Unidades Básicas de Saúde, porta de entrada do SUS e mais próximas da população, estejam informatizadas até o fim de 2018 porém não existe projeto aprovado para  implementar um aplicativo de celular para facilitar a vida do paciente.

A adesão ao sistema eletrônico traz benefícios na qualificação do atendimento, evitando repetição de exames e encaminhamentos desnecessários, além do maior controle do gasto público. Um estudo do Banco Mundial estima economia de R$ 22 bilhões por ano com a maior eficiência neste atendimento.

O projeto contará com investimento inicial do Ministério da Saúde de R$ 1,5 bilhão por ano e chegará a R$ 3,4 bilhões por ano em 2019.

Atualmente, 64% das Unidades Básicas de Saúde (UBS) não utilizam prontuário eletrônico, equivalente a 27,3 mil serviços e no país apenas 30 milhões de brasileiros têm seus dados registrados digitalmente. Pelo projeto, todas as unidades poderão ser contempladas, inclusive com apoio de custeio para a manutenção dos serviços digitais já oferecidos. Atualmente, o Brasil possui 42.495 UBS em funcionamento. Deste total, 15.488 UBS (35%), localizadas em 3.070 municípios enviam dados por meio do Prontuário Eletrônico. Com o aplicativo digital, todos os locais de serviços de saúde do país poderão acompanhar histórico, dados e resultado de exames dos pacientes e verificar em tempo real a disponibilidade de medicamentos ou mesmo registrar as visitas de agentes de saúde, melhorando o atendimento ao cidadão.

A proposta para é a criação de um aplicativo no celular para marcação de consultas e exames, localização de UPA para atendimento mais próximo, atendimento domiciliar, identificação de médicos e profissionais responsáveis na hora de sua consulta ou nos plantões de emergência.

fontes

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Deputada Estadual Claudia Abreu